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domingo, 26 de julho de 2015

A descoberta da difração da luz

Ano Internacional da Luz 2015

Na escola aprendemos que a luz se propaga em linha reta, com essa afirmação conseguimos explicar vários fenômenos, por exemplo, a formação de imagens em espelhos. Porém, se a luz atravessar uma fenda muito pequena, notamos que a luz sofre desvios em relação à trajetória retilínea, ou seja, a luz chega até regiões onde deveria ter sombra se considerássemos a propagação retilínea. Esse fenômeno é chamado de Difração da Luz, e foi descrita pela primeira vez pelo físico e padre jesuíta Francesco Maria Grimaldi. A difração foi explicada por Grimaldi em seu livro intitulado como Physico-Mathesis de Lumine, Coloribus et Iride. [1]

http://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k949217/f22.image

Francesco Maria Grimaldi (1618 – 1663) nasceu na Bolonha (Itália), entrou na ordem dos Jesuítas em 1632. [2] A ordem possibilitou que Grimaldi dedicasse grande parte de sua vida a Ciência. Grimaldi elaborou mapas lunares junto com outro jesuíta, o astrônomo Giovanni Riccioli, e criaram um sistema de nomenclatura das crateras da Lua que é utilizado até hoje. [3]

segunda-feira, 1 de junho de 2015

O arco-íris

Ano Internacional da Luz - 2015

O arco-íris sempre causou curiosidade nas pessoas. Na antiguidade, Aristóteles propôs que as gotículas de água presente na atmosfera seriam responsáveis pela formação do arco-íris. Durante a Idade Média, o monge dominicano Theodorico de Freiberg (1250-1350), fez uma experiência conseguindo reproduzir o arco-íris primário e secundário. O monge Theodorico escreveu um importante livro intitulado “Sobre o Arco-Íris e as Impressões Causadas pelos Raios”. Outros estudiosos apresentaram importantes contribuições para o estudo do arco-íris, podemos citar: o físico persa Ibn Marud Al-Schirazi; o padre inglês Roger Bacon, o físico polonês Witelo;   e o Arcebispo de Spalato, Antonius de Dominis.

Para quem deseja saber mais, uma boa dica de leitura é o texto do professor José Maria Bassalo, disponível no endereço eletrônico da Seara da Ciência, segue o link:

http://www.seara.ufc.br/folclore/folclore60.htm